sábado, 26 de março de 2011

VERGONHA, Ministro Fux, o Sr e os demais que votaram contra o ficha limpa


Inacreditável Sr Novo Ministro no STF,

A mente de V.S. é burocratica, descompromissada completamente com a Nação, um embuste ao indicar uma tendencia antes de assumir o posto (talvez "para" assumir o posto) e depois aliar-se ao maior atraso, aos coroneis, à mentalidade de escravo.

E seu voto, pasmem, foi cinicamente baseado na constituição cidadã, mas defendendo os direitos de quem? A história lhe dará esse crédito, um crédito sujo, vergonhoso. A lei da ficha suja deveria valer também para aqueles que assumem posiçoes como a sua, contra o interesse da sociedade.

Em 1832 Charles Darwin passou pelo Rio de Janeiro e escreveu sobre a justiça brasileira. "Que lhe havia soado estranho um País onde os ricos nao pagavam por crimes, não importa a gravidade dos mesmos." Aí está, temos gerações e gerações de juristas burocraticos formados nesta cultura, de que é preciso defender e blindar antes os interesses dos que detém o poder, sem importar os preceitos fundamentais de ética em um regime democrático. Já foi dito que o legal nem sempre é ético, basta lembrar de outro exemplo do século 19, a escravidão. Para um juiz da corte suprema que pondera, diferente de metade de seus colegas na mesma corte, que o legal miúdo está acima do moral e do ético no interesse coletivo, ficamos pensando como pode? Claro que o supremo é a corte constitucional, e qualquer país serio (obviamente não é o caso do Brasil) precisa manter o estado de direito primario se baseando em sua carta maior. Mas paises serios construiram suas constituicoes com o melhor material humano que suas sociedades puderam produzir. Quem construiu a constituicao cidadã? Um ordinario congresso eleito em 1986, na esteira de um dos maiores estelionatos eleitorais já feitos neste país (nas vésperas da falência do plano cruzado). Politicos comuns, mentalidades comuns, atrasadas, muitas delas do tempo das capitanias hereditarias. E sua obra, a constituição de 88 que agora enche o Ministro Fux de fundamento legalista e burocrático, tem milhares de defeitos e mal formações. Não fosse assim o congresso nao teria que amiúde defrontar-se com PECs, procurando continuamente reformar e ajeitar aquilo que deveria ser o alicerce firme de fundaçao de uma nação. A constituicao norte americana, com apenas 7 artigos (a nossa creio tem dezenas) recebeu duas adicoes apenas, ao longo de mais de dois seculos. Lá faz sentido basear uma decisao da corte suprema na logica e na solidez da constituição. Aqui, usar filigranas de um texto mal construido, para derrubar uma lei DE INICIATIVA POPULAR, contra o interesse expresso de maioria esmagadora da sociedade, sujeitando a todos a mais 4 anos (8 anos no caso do senado) de personalidades sujas a dirigir nossos destinos, viola o preceito constitucional mais fundamental: a democracia emana DO povo, nao dos escaravelhos humanos que sugam o sangue vital da nacao de seus gabinetes em Brasilia. Votar contra a ficha limpa mostrou que o Ministro FUX e os demais juizes com a mesma posição sao agentes comprometidos com a manutenção de uma mentalidade medieval na condução juridica deste Pais.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

SONY VAIO FZ4000 , Fujam dos PCs.

Durou quase tres meses minha tentativa frustrada de ter meu notebook Vaio (FZ4000) reparado decentemente. Custou uma pequena fortuna, quando o comprei em 2009 (fora do Brasil 2300 US$). A tela estava apagando depois de algum tempo de uso, e dependia da posicao em que estava aberta. Precisei utilizar um monitor independente para poder continuar trabalhando. Entao, obviamente, o problema era com a tela, nao com a placa grafica, nem com a placa mae. Acionei o 0800 da Sony Brasil, eles fizeram um protocolo dizendo que em alguns dias teria uma resposta, me informando que havia um recall interno para esse modelo. Sem nenhuma resposta da Sony, e sem aviso previo, uns 4 dias depois apareceu uma transportadora na minha residencia para levar o computador. Estava no trabalho, me ligaram e nao autorizei a remocao do aparelho, a respeito da qual nem sabia para onde. Entao, começou minha via crucis com a Sony. Liguei, renovei a ordem de serviço reclamando do ocorrido, e decidi viajar os 100 km ateh sao paulo para entregar diretamente na assistencia oficial Sony (TSI Informatica, R. dos Pinheiros 382). Semanas depois me ligam dizendo que o equipamento estava pronto, nova viagem para busca-lo. Informaram que haviam trocado a placa mae dentro do recall interno da Sony. Chegando em casa, abri a maquina para perceber que continuava com o mesmo defeito de apagamento de tela. Nova viagem a Sao Paulo, mais varias semanas depois ligam para avisar que a maquina estava reparada, mas que iria custar 390 reais porque tiveram que trocar um componente da tela. Nova viagem a Sao Paulo para buscar a maquina, ainda no balcao verifico que a tela estah diferente, com menor resolucao (1280 por 800, sem opcao para maiores resolucoes). Ora, essa maquina toca Blue Ray disk, assim na resolucao nativa deveria passar de 2000 por 1200. Deixo a maquina, com o tecnico dizendo que iriam fazer em regime de urgencia. Mais varias semanas, e ontem, dia 18 de fevereiro (a novela começou no final de novembro de 2010), em mais uma viagem a sao paulo para buscar, pedi para tocarem o blue disk, que segundo o tecnico seria uma prova de que a tela havia voltado a resolucao original. Tocou, e o tecnico me confidenciou que a placa mae havia sido trocada novamente, porque um chipset estava queimado na placa trocada anteriormente, daih nao ter mais resolucao. Me enganou o Avatar na tela, mas quando cheguei em casa e fui verificar o problema da resolucao continua e a imagem nem de longe eh o que era na placa original. Conclusao, o problema que me levou a procurar a Sony, apagamento de tela, era apenas um cabo com mau contato/defeituoso na tela que precisava substituicao. Mas eles trocaram duas vezes (de acordo com o tecnico) a placa mae, tornando a placa grafica mto inferior a aquela que estava na maquina. Alias, a placa mae nao possuia defeito, entao sua troca foi futil.

Cinco viagens a Sao Paulo custaram perto de mil reais. A susbtituicao do componente na tela, para ela parar de apagar custou 390 reais. Ja teria comprado outra maquina nova com esse dinheiro. E depois de quase tres meses e mil e trezentos reais de gasto, tenho de volta um notebook com imagem mediocre, danificaram minha maquina. Nesse meio tempo, com o nao podia ficar sem computador, emprestei um mac book pro de minha esposa, e conclui: A vida com um Mac é tao infinitamente superior e agradavel do que com essas cacas de PCs, Sony, microsoft, etc, que é incompreensivel que tantas pessoas ainda nao tenham feito a conversao. E o incrivel, o Windows 7 roda melhor no Mac que no PC. Quase 23 anos usando PC viraram fumaça com 3 meses usando um Mac.

Fujam dos larapios do mundo PC, sua vida merece melhor.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

NESTLÉ MATA ÁGUA MINERAL SÃO LOURENÇO

de fevereiro de 2011 10:15
AS ÁGUAS TURVAS DA NESTLÉ
por Carla Klein

Há alguns anos a Nestlé vem utilizando os poços de água mineral de São Lourenço para fabricar água marca PureLife. Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões.
As águas minerais, de propriedades medicinais, e baixo custo, eram um eficiente e barato tratamento médico para diversas doenças, que entrou em desuso, a partir dos anos 50, pela maciça campanha dos laboratórios farmacêuticos para vender suas fórmulas químicas através dos médicos. Mas o poder dessas águas permanece. Médicos da região, por exemplo, curam a anemia das crianças de baixa renda apenas com água ferruginosa.Para fabricar a PureLife, a Nestlé, sem estudos sérios de riscos à saúde, desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente.A desmineralização de água é proibida pela Constituição. Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza a água e acrescenta sais minerais para fechar a reação.Em outras palavras, a PureLife é uma água química.
A Nestlé está faturando em cima de um bem comum, a água, além de o estar esgotando por não obedecer às normas de restrição de impacto ambiental, expondo a saúde da população a riscos desconhecidos. O ritmo de bombeamento da Nestlé está acima do permitido.
Troca de dutos na presença de fiscais é rotina. O terreno do Parque das Águas de São Lourenço está afundando devido ao comprometimento dos lençóis subterrâneos. A extração em níveis além do aceito está comprometendo os poços minerais, cujas águas têm um lento processo de formação. Dois poços já secaram. Toda a região do sul de Minas está sendo afetada, inclusive estâncias minerais de outras localidades. Durante anos a Nestlé vinha operando, sem licença estadual. E finalmente obteve essa licença no início de 2004.Um dos brasileiros atuantes no movimento de defesa das águas de São Lourenço, Franklin Frederick, após anos de tentativas frustradas junto ao governo e imprensa para combater o problema, conseguiu apoio, na Suíça, para interpelar a empresa criminosa. A Igreja Reformista, a Igreja Católica, Grupos Socialistas e a ong verde ATTAC uniram esforços contra a Nestlé, que já havia tentado a mesma prática na Suíça.
Em janeiro deste ano, graças ao apoio desses grupos, Franklin conseguiu interpelar pessoalmente, e em público, o presidente mundial do Grupo Nestlé. Este, irritado, respondeu que mandaria fechar imediatamente a fábrica da Nestlé em São Lourenço.
No dia seguinte, o governo de Minas (PSDB), baixou portaria que regulamentava a atividade da Nestlé. Ao invés de multas, uma autorização, mesmo ferindo a legislação federal. Sem aproveitar o apoio internacional para o caso, apoiou uma corporação privada de histórico duvidoso. Se a grande imprensa brasileira, misteriosa e sistematicamente vem ignorando o caso, o mesmo não ocorre na Europa, onde o assunto foi publicado em jornais de vários países, além de duas matérias de meia hora na televisão.Em uma dessas matérias, o vereador Cássio Mendes, do PT de São Lourenço, envolvido na batalha contra a criminosa Nestlé, reclama que sofreu pressões do Governo Federal (PT), para calar a boca.Teria sido avisado de que o pessoal da Nestlé apóia o Programa Fome Zero e não está gostando do barulho em São Lourenço. Diga-se também que a relação espúria da Nestlé com o Fome Zero é outro caso sinistro.A empresa, como estratégia de marketing, incentiva os consumidores a comprar seus produtos, alegando que reverte lucros para o Fome Zero. E qual é a real participação da Nestlé no programa? A contratação de agentes e, parece, também fornecendo o treinamento. Sim, a famosa Nestlé, que tem sido há décadas alvo internacional de denúncias de propaganda mentirosa, enganando mães pobres e educadores para a substituição de leite materno por produtos Nestlé, em um dos maiores crimes contra a humanidade.
A vendedora de leites e papinhas "substitutos" estaria envolvida com o treinamento dos agentes brasileiros do Fome Zero, recolhendo informações e gerando lucros e publicidade nas duas pontas do programa: compradores desejosos de colaborar e famintos carentes de comida e informação. Mais preocupante: o Governo Federal anuncia que irá alterar a legislação, permitindo a desmineralização "parcial" das águas. O que é isso? Como será regulamentado?
Se a Nestlé vinha bombeando água além do permitido e a fiscalização nada fez, como irão fiscalizar a tal desmineralização "parcial"? Além do que, "parcial" ou "integral", a desmineralização é combatida por cientistas e pesquisadores de todo o mundo. E por que alterar a legislação em um item que apenas interessa à Nestlé? O que nós cidadãos ganhamos com isso?
Sabemos que outras empresas, como a Coca-Cola, estão no mesmo caminho da Nestlé, adquirindo terrenos em importantes áreas de fontes de água. É para essas empresas que o governo governa? O está fazendo o deputado federal Odair Cunha, o mesmo que foi feito na Serra da Boa Esperança?
Colabore. Transmita estas informações para outras pessoas. Mais informações sobre o caso Nestlé em www.cidadaniapelasaguas.net
Carla Klein

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Presidente do TCU dá aula paga a órgãos que fiscaliza

Nota do Blog: o TCU, orgao com funcao importantissima num Pais de ladroes institucionalizados, tem tambem um papel extremamente destrutivo: impede que pessoas honestas realizem seu trabalho honestamente. Eu administrei um projeto de pesquisas com fundos Europeus, cujo repasse foi feito pela FINEP. Conduzi o mesmo com correcao e honestidade, aplicando com logica os recursos ao longo de seus dois anos de duracao (de  2001 a 2003). Porque em alguns casos nao foi possivel seguir o dogma juridico estabelecido pelo TCU (que inclusive desrespeita a lei 8666), a FINEP, acossada pelo proprio TCU, me tratou como suspeito por 7 anos, infernizando minha vida até fechar o projeto em 2010 e confirmar que meus procedimentos foram todos corretissimos. Neste periodo deixei de pegar outros necessarios financiamentos para minha atividade de pesquisa por nao suportar mais a burrice do TCU, que manda cortar os pes de todos os soldados porque um soldado deu um chute no trazeiro do general... Agora, vemos o presidente do TCU dando esse pessimo mau exemplo, mostrando que eles nao existem para garantir a lisura, e sim para bloquear, impedir e infernizar a vida de pessoas honestas.


RUBENS VALENTE
DE BRASÍLIA

Órgãos públicos e entidades submetidos a fiscalização do TCU (Tribunal de Contas da União) pagaram ao menos R$ 228 mil ao presidente do tribunal, ministro Benjamin Zymler, por palestras e cursos de um ou dois dias entre 2008 e 2010.
Após as palestras, Zymler seguiu como relator de seis procedimentos e participou de ao menos cinco julgamentos de processos de interesse dos contratantes. Em nenhuma das vezes entendeu que havia motivo para se declarar impedido.
As palestras, os custos e as agendas de Zymler não são divulgados pelo site do TCU.
No final de 2008, ele ministrou a servidores da Eletronorte (Centrais Elétricas do Norte do Brasil), por R$ 21,5 mil, curso de dois dias intitulado "Licitações e Contratos sob a Ótica do TCU".
Zymler é ou foi relator de 41 processos que têm relação direta com a Eletronorte. São provenientes de denúncias de irregularidades, auditorias e acompanhamento.
Meses depois da palestra, Zymler relatou um processo de monitoramente de obras da Eletronorte na usina de Tucuruí (PA). Ele concordou com a área técnica do tribunal e mandou reclassificar os indícios de "irregularidades graves com retenção de pagamento" para "irregularidades graves com recomendação de continuidade".
No ano passado, Zymler recebeu R$ 59 mil por um curso de dois dias, segundo pesquisa realizada a pedido da Folha no Siafi (sistema de acompanhamento de gastos do governo) pelo site Contas Abertas. O pagamento foi feito pela UFABC (Fundação Universidade Federal do ABC), de Santo André (SP), vinculada ao Ministério da Educação.
Zymler abriu uma empresa, a EMZ Cursos e Treinamento, que passou a ser contratada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), para uma série de sete palestras em várias capitais. Cada uma custou R$ 13 mil.
Por R$ 20.232,16, o Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) contratou Zymler para um curso de oito horas de duração, realizado num único dia, no Rio.
A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), vinculada ao Ministério da Agricultura, pagou R$ 14,6 mil por um curso de 16 horas proferido a 66 servidores.
Na AGU (Advocacia-Geral da União), o evento custou R$ 9,6 mil, e foi acompanhado por "cerca de 500 servidores", segundo o órgão, num total de oito horas.
O ministro foi contratado após a dispensa de licitações, sob o argumento de que havia notória especialização, quando se considera a competição inviável ou inexigível. Dispensas de licitação na gestão federal são focos frequentes de críticas do TCU.
O ministro afirmou à Folha, em nota, que os eventos dos quais participou eram "atividades docentes" (leia texto abaixo) e também recorreu a uma resolução do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) de 2007.
Contudo, o TCU não é ligado administrativamente ao Judiciário, pois atua como braço do Legislativo na atividade do controle externo, e o CNJ não tem poder de fiscalizar ministros do TCU.
Consultado pela Folha, o CNJ informou que não tem sobre as palestras "resolução ou norma sobre o assunto em questão".
OUTRO LADO
O presidente do TCU, Benjamin Zymler, disse que não houve "vedação legal, regimental ou conflito de interesses" nos casos em que atuou no tribunal após proferir palestras e cursos.
"Os casos de impedimento estão previstos no inciso 8º do artigo 39 do regimento interno do TCU e que não houve incidência de quaisquer dessas hipóteses", informou.
Zymler disse que os ministros do TCU "possuem as mesmas prerrogativas dos ministros do Superior Tribunal de Justiça e, portanto, submetem-se à Lei Orgânica da Magistratura".
UFABC, Eletronorte, Sebrae, Inpi, Conab e AGU disseram que a lei autoriza a dispensa de licitações em casos de notória especialização.
A UFABC disse que outros órgãos, que enviaram servidores à palestra, ajudaram a custeá-la. "[Zymler] apresentou documentos que comprovaram que o valor cobrado era o praticado por ele."
O Sebrae afirmou: "A escolha do sr. Zymler como palestrante deve-se ao fato de representar um dos poucos especializados no tema da Lei Geral de Micro e Pequenas Empresas e no capítulo das compras governamentais".
O Inpi informou que o "treinamento" visou "ampliar capacitação de servidores para fazer contratações".
A AGU afirmou que a contratação de Zymler representou "economia", pois custou em média R$ 300 por aluno, enquanto outros "cursos prontos no mercado" custariam R$ 1.680 por servidor.
Além disso, diz, "havia necessidade de que o curso estivesse diretamente relacionado às orientações do tribunal a respeito do tema".

Editoria de Arte/Folhapress

domingo, 9 de janeiro de 2011

OFF!, armadilha de Marketing gerando alergias graves...

Esta historia começou com as doloridas picadas de mosquito pólvora (maruin) e a coceira e dor das picadas de borrachudos (piun) em Ilha Bela, litoral norte de Sao Paulo. Iludido pelo odor agradável e sensação refrescante do OFF! Cosmetic, que é a junção de um repelente de insetos conhecido com um creme hidratante, comecei a usar nos locais picados. Para minha surpresa, surgia um alívio imediato na coceira, uma sensação balsâmica. Como as coceiras que pareciam picadas continuassem depois de algumas horas, tive a ilusão real de que o produto havia perdido a eficácia e que precisava de mais aplicações. Só que quanto mais apliquei, mais tinha a sensação de ardor e coceira, o que não entendi a principio. Continuei a aventura de Ilha Bella em Chapada dos Veadeiros, Goiás. Lá também, continuei com a sensação de que continuava a ser picado, e, pelo alívio, continuei a usar o Off! Cosmetic. 

De volta a minha residência, notei que todas as areas onde utilizei o produto, e somente elas, estavam irritadas e vermelhas, coçando muito.  Depois de uns 3 dias nesta situação, sem melhora aparente, procurei um médico, que me receitou anti-histaminico e cortizona. O anti-histaminico tomado na veia produziu alivio imediato, mas o corticoide parece que acabou de danar o que já estava mal (veja foto abaixo, rompimento dos vasos superficiais e hematomas cutâneos).
No dia seguinte, sob a orientação de outro médico, suspendeu-se a cortizona, e só estou tomando o anti-histaminico, o que produz algum alivio sistêmico. 

A conclusão da ópera é simples: o OFF! Cosmetic é uma armadilha monstruosa da Ceras Johnson, que além de disparar alergia de pele, ainda engana o usuario com uma dupla sensação: 1) de alívio, que o faz utilizar mais do produto; 2) e o pior, a alergia ao produto produz sintomas similares à irritação e coceira das picadas dos proprios insetos, então o usuário passa o OFF! sempre que sente coçar, na ilusão de que está repelindo os pestinhas alados, mas não. Tratava-se do próprio OFF! gerando a coceira enganosa, devido a seus ingredientes alergênicos. Uma bola de neve muito prejudicial.

Passem longe deste produto, que deveria ser proibido no mercado pela ANVISA. Diz no rótulo que foi testado dermatológicamente... então tá, no rótulo pode-se dizer qualquer coisa. Aliás, no verso do rótulo precisei de uma lupa de aumento de 3X para conseguir ler as letras miúdas (ninguem em nossa casa conseguiu ler com olhos apenas, mesmo pessoas com ótima visão) com recomendações e alertas e estava lá, apesar do chamariz mentiroso da frente (testado ..., dando a entender que o produto é seguro para a pele):
instruções e precauções no verso, inacreditável!
com a lupa:
evite uso prolongado... somente aplique no máximo 3 vezes ao dia...o uso deste produto pode causar irritacao à pele "em casos raros"... antes de usar o OFF! pela primeira vez teste-o aplicando uma pequena quantidade no antebraço e observando por no minimio 12 horas (??!!!!)... e por ai vai a malandragem da Ceras Johnson.
Eu utilizava o OFF! há anos, nunca tive uma reação alérgica como essa. Aliás, eu até escrevi um artigo mencionando que em São José dos Campos os pernilongos já tomavam o OFF de canudinho, sendo este ineficaz para repeli-los (Os Super-Pernilongos de São José). Então, reputo esse acidente uma responsabilidade do malvado setor  de marketing da Ceras Johnson, que lança um produto enganoso, com creme hidratante que alivia a queimação das mordidas dos insetos e também da alergia que o próprio produto produz, e cujos alertas são ilegíveis para qualquer olho normal, sem auxilio de lupas.



quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Livre-se dos torpedos chatos e propaganda das operadoras

texto de
http://www.garotasemfio.com.br/blog/2009/11/04/livre-se-dos-torpedos-chatos-e-propaganda-das-operadoras/

Semana passada soltei os cachorros no Twitter por causa da tão falada promoção “Torpedo Premiado” da Vivo. Os leitores @MadaFoka e @mneubert já haviam reclamado do spam diário. Mas depois de receber 3 torpedos de propaganda no mesmo dia, perdi a paciência.
Foi num dia em que eu estava atendendo um paciente domiciliar. Um atendimento desses é demorado, costuma levar uma tarde ou manhã toda. Todavia, só recebo SMS da minha família, e geralmente são coisas importantes – eles não telefonam nos dias que tenho homecare, por motivos evidentes. Com minha avó doente e o marido em Sampa, dá para imaginar o estado que fiquei ao receber 3 alarmes de SMS no celular que estava dentro da minha bolsa?
Mantive a calma e concluí a consulta, só então chequei as novas mensagens. Eram 3 propagandas de “torpedo premiado”. Eu já havia solicitado junto à Vivo (via site e tele-atendimento) para não receber mensagens promocionais, mesmo assim eu as vinha recebendo quase diariamente.
Fiquei uma arara.
Pelo Twitter eu soube que muita gente estava de saco cheio também, e os canais de cancelamento não surtiam efeito.
Mensagens não solicitadas de qualquer tipo são SPAM, sempre!
Mobilizei os twitteiros: sempre que eu recebesse novo spam promocional, eu devolveria na mesma moeda para o @vivoemrede e sugerindo ao povo que fizesse o mesmo. Deu certo: depois de enxurradas de mensagens, o Vivoblog soltou uma nota explicando como cancelar o recebimento dessas mensagens.
A solução oficial apresentada é: respondam à mensagem (geralmente o número é 7333) com o texto SAIR e aguardem confirmação. O leitor Eduardo Fukunaga mandou-me email explicando que com a TIM o procedimento é o mesmo. Não testei com a Claro (meu chip não está em Curitiba) nem com a BrT/Oi (que felizmente nunca me mandou essas porcarias), então pergunto a vocês, leitores, como as demais operadoras estão se comportando.
No dia seguinte ao cancelamento, recebi mais um. Vejam as datas nas telas abaixo. Felizmente foi só esse, então dei um desconto. Mas se eu receber UMA mensagem sequer outra vez, recomeçaremos o movimento! Dessa vez, direcionado à esferas superiores.
IMG_0333 IMG_0334
Vocês têm recebido SMS com promoções? Tentaram fazer o cancelamento? Foram bem-sucedidos?

sábado, 4 de setembro de 2010

Negociando com Expertos...

CEO: ”Hi Michael, we wanted to talk to you in person (over the phone) to resolve the question of payment.”
Me: “OK.”
CEO: ”Let’s forget all of the stuff that has gone on in the past with this project. Let me put {Accountant) on the phone.”
Accountant: ”What we’d like to do is offer to pay $XXX for the project. Based on what you billed us we think $XXX is a fair amount, minus what we’ve already paid you, minus the recruiter fee.”
Me: “So you’re ‘offering’ to pay me half of what is still owed on the bill for the work you hired me to do.”
Accountant: ”Well, based on the total cost we’re willing to pay, minus the recruiter fee…”
Me: ”A simple yes or no, will suffice. If you owe me $XXXX and are ‘willing’ to pay $XXX, if my math is correct, and I believe it is, I can redo it on my calculator if you’d like, you’re ‘willing’ to pay me half. Even though I rushed the work and everyone was thrilled with it.”
CEO: ”Well… yes, I guess, you could say that is half…”
Me: ”I do.”
CEO: ”Look, I’m sure you just want to put this behind you…”
Me: ”Actually, no. I want to be paid in full.”
CEO: ”Well, this is all we’re willing to pay.”
Me: “You know you signed a contract right?”
Accountant: “Well, we had several conversations via email and in person about this…”
Me: ”Yes, in each you tried to weasel you’re way out of paying me…”
CEO: ”I think this is a fair compromise.”
Me: ”I think you’ll be hearing from my lawyers.”