segunda-feira, 20 de maio de 2013

Fuja da Monsanto...

Segundo fonte citada no final (veteranos de guerra vitimados pelo agente laranja, uma das mais nocivas invenções da MONSANTO), abaixo as companias que utilizam alimentos geneticamente modificados da MONSANTO. Se Vc quer ser uma cobaia de alto risco, consuma os produtos destas empresas (sic). Como é notório, a MONSANTO tem um esquema muito eficiente de "ganhar" aprovação oficial para seus frankensteins tecnologicos. E através de um lobby fortissimo feito junto às autoridades, impede o direito do consumidor saber quais produtos na prateleira do supermercado usam ingredientes geneticamente modificados. Então sobra para o cidadão a auto-defesa de deixar de consumir todos os produtos destas marcas.  É uma lista feita para as empresas que atuam nos USA, mas varias delas estão tbem no Brasil.


Aunt Jemima                                             
Aurora Foods
Banquet
Best Foods
Betty Crocker
Bisquick
Cadbury
Camp bells
Capri Sun
Carnation
Chef Boyardee
Coca Cola
ConAgra
Delicious Brand Cookies
Duncan Hines
Famous Amos
Frito Lay
General Mills
Green Giant
Healthy Choice
Heinz
Hellmans

Hershey's Nestle
Holsurn
Horrnel
Hungry Jack
Hunts
Interstate Bakeries
Jiffy
KC Masterpiece
Keebler /Flowers Industries
Kelloggs
Kid Cuisine
Knorr
Kooi-Aid
Kraft/Phillip Morris
Lean Cuisine
Lipton
Lorna Linda
Marie Callenders
Minute Made
Morningstar
Ms. Butterworths
Nabisco
Nature Valley
Ocean Spray
Ore-Ida
Orville Redenbacher
Pasta-Roni
Pepperidge Farms
Pepsi
Pillsbury
Pop Secret
Post Cereals
Power Bar Brand
Prego Pasta Sauce
Pringles
Procter and Gamble
Quaker
RaguSauce
Rice-A-Roni
Smart Ones
Stouffers
Sweppes
Tombstone Pizza
Totinos
Uncle Ben's
Unilever

v8
source: Agent Orange advocacy for children of Vietnam Veterans including second and third generation victims of Agent Orange and Dioxin Exposures http://covvha.net/
http://covvha.net/wp-content/uploads/2013/04/monsanto-gmo-do-not-buy.jpg

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Todos juntos (ou a miséria que é o jeitinho Brasileiro)

Antonio Prata

Coluna Folha de São Paulo 30/01/2013 - 03h00

Acho que já contei aqui a história, mas a ocasião me permite repeti-la. Eu tinha 18 anos e estava em minha primeira aula de filosofia, na USP. O professor, Renato Janine Ribeiro, nos explicava que no fim do semestre seríamos avaliados por um trabalho individual, cujo limite deveria ser de 8.000 caracteres. Levantei a mão: "Se estourar um pouquinho esse limite, tudo bem, né?". Janine sorriu e disse algo mais ou menos assim: "O que é 'limite'? É aquilo que não se pode transpor. Mas vejam como são as coisas no Brasil: entre nós, o limite não limita! Repito: o limite é de 8.000 caracteres".
Peço perdão ao filósofo se as palavras não foram exatamente essas. Assim, porém, é que ficaram gravadas na minha memória e é assim que me voltam, quase todo dia, quando me deparo com a nossa ilimitada necessidade de burlar a lei.

Há uma altura máxima para prédios na rota do aeroporto, mas o empreiteiro constrói um "puxadinho", alguns metros acima. A construtora precisa botar de tantos em tantos metros, sob o concreto da rodovia, umas ripas de metal, mas economiza dinheiro aumentando a distância entre elas. Quantas pessoas que compraram a carta de motorista você conhece? Que têm gato de TV a cabo? Que já subornaram um guarda de trânsito para não ser multado? O avião vai decolar, o comissário de bordo pede para desligarem os celulares, mas o sujeito o ignora solenemente. O avião pousa, o comissário pede aos passageiros para que aguardem sentados até o "apagar do aviso luminoso de atar cintos", mas todo mundo levanta. Não um, não dois: todo mundo --como se respeitar aquele simples sinal luminoso equivalesse a ter a palavra otário escrita na testa. 

Um sinal luminoso também piscou na cabine do Fokker 100 da TAM, que taxiava na pista de Congonhas na manhã de 31 de outubro de 1996, alertando sobre um problema no reverso da turbina. O piloto o desligou. O luminoso piscou novamente, novamente foi desligado. Segundo o depoimento de outro piloto, dias mais tarde, esse era o costume: se fossem dar atenção a todo alarme que soava na cabine, nenhuma aeronave saía do chão. Às vezes, ao que parece, alarmes soam à toa. Às vezes, não: 24 segundos depois de decolar, o avião caiu, matando 99 pessoas.

Eu estava saindo para a USP, naquela manhã, quando o telefone tocou. Uma amiga do meu pai queria saber se era verdade que meu tio Duda, irmão da minha mãe e meu padrinho, estava entre os passageiros. Liguei a televisão. Vi a lista. Era verdade.

Nas próximas semanas, o Brasil concentrará suas energias em encontrar os culpados pela tragédia de Santa Maria. É fundamental, se houver culpados (como parece ser o caso), que eles sejam punidos. É fundamental que as casas de show passem por reavaliações, como já estão passando. Mas se não mudarmos a nossa mentalidade, se não entendermos que as leis são universais, que há procedimentos que precisam ser executados conforme as regras, sem jeitinho, sem gambiarra, em TODAS as esferas, por TODAS as pessoas, as tragédias continuarão acontecendo --e a morte é um limite que nós, brasileiros, por mais espertos que nos julguemos, não somos capazes de transgredir.

antonioprata.folha@uol.com.br

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Consumo de tipo de açúcar pode aumentar fome

02/01/2013 - 04h57

REINALDO JOSÉ LOPES
Folha de São Paulo, EDITOR DE "CIÊNCIA+SAÚDE"
Um tipo de açúcar muito usado pela indústria de alimentos parece estimular ligeiramente as áreas do cérebro ligadas à vontade de comer, em vez de sinalizar que já é hora de diminuir a ingestão de calorias, indica uma nova pesquisa.

Se o resultado estiver correto, fica mais forte a ideia de que parte importante da culpa pela atual epidemia de obesidade mundial seria do uso indiscriminado de frutose, molécula que está presente nos sucos de fruta, no xarope de milho e em muitos outros produtos da indústria alimentícia, principalmente da americana.

A nova pesquisa, publicada no "Jama", periódico da Associação Médica Americana, foi coordenada por Robert Sherwin, da Universidade Yale (EUA), e tem como coautora a médica brasileira Renata Belfort-DeAguiar.

Num experimento bastante simples, a equipe submeteu um grupo de 20 adultos sadios (metade homens e metade mulheres), com idade média de 31 anos, a duas sessões de ressonância magnética funcional.

Primeiro, a atividade cerebral dos voluntários era medida sem intervenção nenhuma, para ter uma ideia de seu estado "normal" durante o jejum (as pessoas chegavam ao laboratório às 8h, ainda sem tomar café da manhã).

Depois, cada participante recebia 300 ml de uma bebida adocicada. A diferença é que, em metade dos casos, a bebida continha 75 gramas (ou 300 calorias) do açúcar glicose, enquanto nos outros casos o "adoçante" usado tinha sido a frutose, na mesma proporção.

Já há várias pistas de que a frutose atua de forma diferenciada sobre o organismo. Bem mais doce do que a glicose, a molécula estimula apenas ligeiramente a produção de insulina, hormônio que, além de coordenar o metabolismo de açúcar, também ajuda o organismo a entender quando já comeu o suficiente. O mesmo parece valer para outros hormônios e moléculas sinalizadoras ligadas à sensação de saciedade.

Ao analisar o cérebro dos voluntários durante a nova pesquisa, os cientistas de Yale prestaram atenção especial ao hipotálamo, região cerebral especialmente ligada ao controle do apetite. E o que eles viram parece dar peso ao suposto papel de vilão da frutose no aumento de peso.

Editoria de Arte/Folhapress
SACO SEM FUNDO Cérebro não fica saciado com o açúcar frutose
SACO SEM FUNDO Cérebro não fica saciado com o açúcar frutose
DIFERENÇAS
 
Cerca de 15 minutos após a ingestão das bebidas doces, por exemplo, quem bebeu glicose teve uma redução significativa da atividade do hipotálamo (medida pelo fluxo sanguíneo nessa região do cérebro)- era como se o sinal de "estou com fome" tivesse diminuído.

Já a ingestão de frutose nem fez cócegas no hipotálamo, ao menos nesse primeiro momento. Aliás, o que os pesquisadores observaram foi um aumento pequeno e passageiro da atividade dessa área cerebral.

A reação das regiões do órgão que estão mais conectadas ao hipotálamo em seu papel de regulador do apetite também variou consideravelmente na comparação entre bebedores de glicose e bebedores de frutose.

O resultado parece ser favorável à ideia de que é preciso reduzir o teor de frutose nos alimentos industrializados- esse açúcar é muito usado para melhorar o sabor da comida, em especial em países como os EUA.

Os pesquisadores alertam, no entanto, que mais estudos são necessários para determinar com precisão as implicações clínicas dos achados.

domingo, 16 de dezembro de 2012

O "lucro Brasil" das montadoras


JOEL SILVEIRA LEITE
TENDÊNCIAS/DEBATES
Não é só imposto: montadoras têm margem alta aqui. Paga-se R$ 65 mil por carro que custa R$ 30 mil no exterior. 
Chineses reduziriam isso? 
Então mais IPI!
Os dirigentes das montadoras disseminam há décadas a tese de que a causa do alto preço do carro no Brasil é o imposto. O mantra pegou e é quase senso comum que a carga tributária é que faz o brasileiro pagar o carro mais caro do mundo.
Outro fator que costuma ser citado é o custo Brasil, um conjunto de dificuldades estruturais e burocráticas, destacando-se a falta de qualificação profissional e uma estrutura logística cara, insuficiente e arcaica.
As enormes dificuldades que o empresário enfrenta para produzir no Brasil explicam, em parte, o alto preço praticado -não apenas do carro, mas de em qualquer produto.
Mas impostos nem o custo Brasil justificam os US$ 37.636 que o brasileiro para por um Corolla, enquanto o seu colega americano paga US$ 15.450. Na Argentina, país mais próximo tanto geograficamente quanto em relação às dificuldades e problemas, o Corolla também custa mais barato: US$ 21.658.
No Paraguai, o consumidor paga pelo Kia Soul US$ 18 mil, metade do preço no Brasil. Ambos vêm da Coreia. Não há imposto que justifique tamanha diferença. O Volkswagen Jetta custa R$ 65 mil no Brasil, menos de R$ 40 mil no México e R$ 30 mil nos EUA -a propaganda do carro, aliás, tem como protagonista não um executivo, mas um... universitário sofrido (youtu.be/gqDUV-rHQe4).
Há vários outros exemplos. Cito mais um: o Hyundai ix35 é vendido na Argentina por R$ 56 mil. O consumidor brasileiro paga R$ 88 mil.
Se o custo Brasil fosse um fardo pesado nas costas do empresariado, seria impraticável a redução da margem operacional. A crise de 2008 revelou, porém, que havia gordura pra queimar: os preços despencaram.
O índice AutoInforme/Molicar indicou queda média de preço de 10,1% desde a crise de 2008. Carros de algumas marcas tiveram queda de preço de 20%. Não se tem notícia de que essas empresas tenham entrado em colapso por causa disso.
O Hyundai Azera, que era vendido por R$ 100 mil, passou a custar R$ 80 mil após a crise de 2008. Descontos de R$ 5.000, até R$ 10.000, foram comuns no auge da crise, revelando a enorme margem com que algumas montadoras trabalham: em 2010 a GM vendeu um lote do Corsa Classic com desconto de 35% para uma locadora paulista, conforme um ex-executivo da própria locadora.
A chegada dos chineses desvendou o mistério. Equipados e baratos, ameaçaram as marcas tradicionais.
O QQ, da Chery, chegou recheado de equipamentos, alguns inexistentes mesmo em carros de categoria superior, como airbags, freio ABS, sistema de som e sensor de estacionamento. Preço: R$ 22.990. Mas daria pra vender por R$ 19,9 mil, segundo uma fonte da importadora, não fosse a pressão dos concessionários por uma margem maior.
Em março de 2011, a também chinesa JAC Motors começou a vender no Brasil o J3 por R$ 37,9 mil. Reação imediata: a Ford reposicionou o Fiesta hatch, passou a vender o carro pelos mesmos R$ 37,9 mil e instalou nele alguns dos equipamentos que o chinês trazia de série, mas apenas em São Paulo, Rio e Brasília -onde o J3 ameaçava o concorrente.
Mesmo assim, as montadoras instaladas no Brasil se sentiram ameaçadas e, argumentando a defesa do emprego na indústria nacional, pediram socorro ao governo, sendo prontamente atendidas: medida editada em setembro de 2011 impôs super IPI às empresas que não têm fábrica no país. Pela primeira vez, a Anfavea (associação das montadoras), cujos associados não foram atingidos pelo imposto extra, não se rebelou contra nova carga tributária.
A maioria das importadoras absorveu parte dos impostos adicionais e praticou um aumento inferior ao que seria necessário para manter a margem de lucro, indicando que havia muita gordura.
A grande diferença de preço do carro vendido no Brasil em relação a outros países chamou a atenção do Senado. A pedido da senadora Ana Amélia (PP-RS), a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado convocou audiência pública para "discutir e esclarecer as razões para os altos preços dos veículos automotores no país e discutir medidas para a solução do problema".
Realizada na semana passada, com a presença de representantes do Ministério da Fazenda, do Ministério do Desenvolvimento, do Ministério Público Federal, do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) e deste jornalista. Lamentada ausência da Anfavea, a audiência revelou (por um estudo apresentado pelo Sindipeças) que a margem de lucro das montadoras instaladas no Brasil é três vezes maior que nos EUA: no Brasil é de 10%, nos EUA é 3% e a média mundial é de 5%.
A discussão deve continuar, enquanto houver tanta gordura pra queimar!

    sexta-feira, 30 de novembro de 2012

    'Resultado da Rio+20 podia estar em papel higiênico', diz chefe da Eco-92

    JULIANA DAL PIVA
    COLABORAÇÃO PARA A FOLHA de SP, DO RIO
    Partes do relatório final da conferência Rio+20, realizada pela ONU em junho no Rio, foram tão fracas que poderiam ter sido impressas "em papel higiênico".
    A avaliação foi feita ontem pelo canadense Maurice Strong, 75, secretário-geral da Eco-92, conferência sobre ambiente, também da ONU, realizada na cidade há 20 anos. A Eco-92 acabou se tornando um marco dos encontros ambientais globais.
    "A parte oficial dos governos [na Rio+20] foi muito fraca, decepcionante. Por outro lado, a sociedade civil foi muito útil, com cerca de 50 mil pessoas presentes. Mas, para deixar as coisas claras, eu acho que o relatório final podia até ser impresso em papel higiênico", disse.
    Em entrevista após palestra no Conselho Empresarial de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Associação Comercial do Rio de Janeiro, Strong disse que, no relatório final, governos chegaram até mesmo a voltar atrás em pontos que já haviam sido definidos nas reuniões preparatórias.
    "Infelizmente, em alguns momentos, a Rio+20 não esteve nem perto de ser discutida da maneira como ocorreu em 1992", queixou-se.
    Para Strong, os governantes mundiais estavam -e ainda estão- mais preocupados com suas crises internas.
    Durante a palestra, o ativista elogiou os esforços brasileiros no combate às mudanças climáticas e citou o investimento na produção de etanol como exemplo.
    Apesar dos fracos resultados da Rio+20, avalia Strong, a cidade se tornou a capital mundial do ambiente e da sustentabilidade.
    O secretário-geral da Eco-92 disse ainda que pensa em instalar na cidade a sede da Earth Council Alliance, entidade criada por ele há 20 anos, que busca pressionar os governos a respeito de questões climáticas.
    Mas seu maior esforço atual, disse, é para que Brasil e China se aproximem e façam parcerias sustentáveis.
    Em sua opinião, por terem economias complementares, os dois países podem criar para o mundo um novo conceito de sustentabilidade.

    sexta-feira, 2 de novembro de 2012

    O Que é a Matrix ?

    Podemos dizer que se trata do mesmo conceito de Maya, a Deus da ilusão, Matrix é uma falsa realidade. No filme eles mostravam uma realidade virtual, em que o mundo real era dominado por máquinas .  

    Na verdade, as coisas são um pouco diferentes, vivemos na terceira dimensão, os físicos da física quântica falam em outras dimensões, algo que os espíritas e ocultistas já mencionavam há séculos. Aquilo que vemos pode não ser exactamente como vemos, somente o que é captado pelos nossos sentidos, não captamos o que se encontra noutras dimensões. O mundo por trás do visível, é o mundo invisível, que interage com o nosso, porém não contém máquinas, contém espiritos. 

    Nesta realidade em que vivemos ,muitas das informações que chegam a nós são manipuladas, pelos mídia, pelos governos, além disso muitos conhecimentos são-nos omitidos, negligentemente.

    ...
    Existem sites que falam para você sair da matrix, eu digo o oposto, viva na matrix, não podemos sair desta realidade, mas podemos aprender a viver nela, esquivando-nos das suas ilusões, transcendendo as miragens, olhando além do véu, entende? Então eu digo, não saia da matrix, mas aprenda a viver na matrix, compreendendo-a e transcendendo-a, de mente desperta.

    Repare, quando você lê um jornal ou assiste as notícias, somente falam acontecimentos negativos, porque? Para termos a ilusão que só existe mal, a cada dia ocorrem milhões de boas coisas, mas no noticiários só mostram as ruins, para nós ficarmos depressivos, com pensamento vibrando negativamente, assim iremos atrair coisas negativas.


    O meu conselho é, evite absorver todo esse fluxo negativo, voce precisa manter-se informado? Não é necessário, voce já sabe que todos os dias há tragédias, então porque tem que ver? Ou então se ver, mantenha o pensamento desligado, apenas observe as notícias mas não as sinta.
    Você tem que concentrar-se somente em coisas positivias, nós somos um iman que atrai aquilo que pensamos, atraímos o que está em sintonia vibratória com o nosso padrão de pensamento... E isso ninguém nos diz, escondem isso de nos, para nos manter na ignorância, controláveis.
    O próprio Morpheus disse a Neo “ Matrix é  um mundo que foste levado a acreditar para esconder a verdade... “. Neo pergunta qual verdade, morpheus responde “..de que és um escravo”.

    Vivemos num sistema em sociedade, escravos do sistema temos limitações, impostos, regras, somos controlados pelo governo, querem colocar-nos um chip, colocam video-vigilância em todos os locais, espiam emails e telefonemas etc, Mas para não nos revoltarmos, eles tentam dar-nos alguns “prazeres”, para sermos escravos satisfeitos.  Exemplos: Jogos, futebol, religiões, tv, cinema, música, até certos vícios como o tabaco e alcóol, em que as pessoas procuram prazer para “esquecer” os problemas da vida. 


    Os próprios telejornais “distraem” as pessoas dos reais problemas, noticiam constantemente notícias folclore, para as pessoas se concentrarem nos assuntos polémicos do momento,  e ignorarem outros temas, pessoas ficam olhando a tv durante horas, tipo vegetais em transe, e não lêm quase livros nenhuns, mas ver tv é uma atitude passiva e relaxante, você não pensa, basta ficar relaxado assistindo tv, somos escravos satisfeitos, segundo a visão dos senhores do Mundo.

    Cypher também desejava isso, ele queria regressar à Matrix, mesmo como escravo, num mundo de ilusão, mas ele seria feliz com certos prazeres, “A ignorância é felicidade”, mesmo sabendo que aquele bife no restaurante era uma ilusão, ele saboreava-o e era feliz. E os senhores do Mundo, conspiradores, sabem disso, sabem como manter-nos escravos do sistema, mas “acalmando-nos” fabricando prazeres para nos distrairem. As pessoas que fumam sabem que esse vício é cancerígeno , mas nem ligam, dizem que isso lhes proporciona prazer e relaxa, dizem que após a refeição sai bem um cigarrinho.


    Extraido do site http://www.vivendonamatrix.com/vivemosnamatrix.html